Jony Ive diz que se demitiria se Apple parasse de inovar

             Jony Ive: se Apple parasse de inovar, chefe de design se demitira

Jonathan Ive, o poderoso chefe de design da Apple, falou sobre o trabalho na Apple, seu processo criativo e sobre Steve Jobs em entrevista ao Sunday Times

São Paulo – Jonathan Ive (ou Jony Ive, como também é conhecido), o poderoso vice-presidente sênior de design da Apple, afirmou que se demitiria caso a empresa parasse de inovar. “Eu pararia. Eu faria coisas para mim e coisas para os meus amigos em minha casa. O padrão precisa ser alto”, afirmou em uma entrevista ao jornal inglês The Sunday Times.

Ive, no entanto, completou dizendo que acha que isso não irá acontecer. “Nós estamos no começo de tempos incríveis, quando um número memorável de produtos será desenvolvido. Quando você pensa na tecnologia e no que ela nos permitiu fazer até agora, e no que ela irá nos permitir fazer no futuro, nós não estamos nem perto do limite”, explicou o designer.

Ive não é um executivo que costuma dar entrevistas (assim como qualquer outro na Apple). Em sua primeira grande entrevista, os tópicos abordados com o designer inglês foram variados.  O homem por traz do design preciso da Apple falou sobre seu processo de criação.
O trabalho de Ive é de “meses e meses e meses”. O início de tudo é sempre se questionar o que um novo produto precisa fazer e como isso deve ser feito.
É exatamente por isso que o executivo fica tão bravo ao ter seu trabalho roubado por outras marcas. “É roubo”, crava Ive na entrevista. “O que é copiado não é apenas o design, são milhares e milhares de horas de esforço”, diz.
Sobre o mercado de tecnologia vestível, Ive não revelou nada. Questionado sobre a possibilidade de a Apple lançar um relógio inteligente, Ive foi curto em sua resposta. “É óbvio que existem boatos sobre nós estarmos trabalhando nisso… e é óbvio que eu não vou falar sobre isso”, disse.

Steve Jobs

Jony Ive afirmou que ainda acha difícil falar sobre Steve Jobs. Os dois eram amigos e ele disse que a morte de Jobs não parece ter sido há tanto tempo para que seja tão fácil falar sobre isso.
Durante a entrevista, ele falou sobre a relação com Jobs, como os dois acreditavam no design da mesma maneira. Ele disse não reconhecer Jobs nos textos que tem lido.
“Tanto foi escrito sobre Steve e eu não reconheço meu amigo em boa parte disso. Sim, ele tinha opiniões precisas. Sim, ele poderia alfinetar. Sim, ele questionava constantemente. ‘Isso está bom o suficiente? Isso está certo?’ Mas ele era tão inteligente. Suas ideias eram ousadas e magníficas”, disse Ive.

FONTE: EXAME

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Qual a melhor forma de escolher em que ações investir?
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Atenção: Caso alguém procure você oferecendo o serviço de compra e venda de ações ou para
administrar as economias que você tem disponíveis para investir, verifique antes com a CVM se é um
profissional ou Corretora habilitados ou procure diretamente uma Corretora no site BOVESPA.

Introdução

Quanto mais desenvolvida é uma economia, mais ativo é o seu mercado de
capitais, o que se traduz em mais oportunidades para as pessoas,
empresas e instituições aplicarem suas poupanças.

Ao abrir seu capital, uma empresa encontra uma fonte de captação de
recursos financeiros permanentes. A plena abertura de capital acontece
quando a empresa lança suas ações ao público, ou seja, emite ações e as
negocia nas bolsas de valores.

E você, ao adquirir ações, passa a ser também sócio da empresa – um acionista.

O que é uma Companhia Aberta?

Uma companhia é considerada aberta quando promove a colocação de
valores mobiliários em bolsas de valores ou no mercado de balcão.

São considerados valores mobiliários: ações, bônus de subscrição,
debêntures, partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição
pública.

  • Ações: títulos nominativos negociáveis que representam, para quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa.
  • Bônus de subscrição: títulos nominativos negociáveis que
    conferem ao seu proprietário o direito de subscrever ações do capital
    social da companhia emissora, nas condições previamente definidas.

  • Debêntures: títulos nominativos negociáveis representativos
    de dívida de médio/longo prazos contraída pela companhia perante o
    credor, neste caso chamado debenturista.

  • Outros títulos menos usuais: partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública com ampla divulgação.

    As operações de abertura de capital precisam ter autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM),
    o órgão fiscalizador do mercado de capitais brasileiro, o qual também
    registra e autoriza a emissão dos valores mobiliários para distribuição
    pública.

    As companhias abertas devem atender a diversos requisitos,
    definidos na Lei das S.As. e nas regulamentações da CVM, com o objetivo
    de garantir a confiabilidade das informações e demonstrações
    financeiras divulgadas. O mercado considera que a plena abertura de
    capital ocorre quando há o lançamento de ações ao público, em função
    das transformações impostas à empresa e pelo incremento no volume de
    negócios com seus títulos.

    O que são Ações?

    Ações são títulos nominativos negociáveis que representam, para
    quem as possui, uma fração do capital social de uma empresa. Ação é um
    pedacinho de uma empresa.

    Com um ou mais pedacinhos da empresa, você se torna sócio dela.

  • Quais são os tipos de ação?

    As ações podem ser:

    • ordinárias, que concedem àqueles que as possuem o poder de voto nas assembléias deliberativas da companhia; ou
    • preferenciais,
      que oferecem preferência na distribuição de resultados ou no reembolso
      do capital em caso de liquidação da companhia, não concedendo o direito
      de voto, ou restringindo-o.

    As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre
    nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da
    empresa.

    As ações também podem ser diferenciadas por classes: A, B, C
    ou alguma outra letra que apareça após o "ON" ou o "PN". As
    características de cada classe são estabelecidas pela empresa emissora
    da ação, em seu estatuto social. Essas diferenças variam de empresa
    para empresa, portanto, não é possível fazer uma definição geral das
    classes de ações.

  • O que são dividendos?

    Uma empresa deve dividir os lucros com seus acionistas. Essa
    parcela direcionada aos detentores de ações é conhecida como dividendo.
    Ou seja, os dividendos correspondem à parcela de lucro distribuída aos
    acionistas, na proporção da quantidade de ações detida, apurado ao fim
    de cada exercício social. O estatuto social de uma companhia pode
    estabelecer o dividendo mínimo a ser distribuído, desde que não seja
    inferior a 25% de seu lucro líquido ajustado. Caso não haja previsão no
    estatuto social, o dividendo obrigatório deve corresponder, no mínimo,
    à metade do lucro líquido ajustado.

    Quando uma empresa vai bem, ela divide os lucros com quem tem suas ações.
    Isso são dividendos.

  • E bonificações?

    As bonificações correspondem à distribuição de novas ações para os
    atuais acionistas. Excepcionalmente pode ocorrer a distribuição de
    bonificação em dinheiro.

  • Como funcionam as subscrições de novas ações?

    Os acionistas têm ainda preferência na compra de novas ações
    emitidas ou direito de preferência na subscrição. Além de garantir a
    possibilidade de manter a mesma participação no capital total, esse
    direito pode significar ganho adicional, dependendo das condições do
    lançamento. Por fim, se não exercido, o direito pode ser vendido a
    terceiros.

    Os Mercados Primário e Secundário

    Você sempre ouve falar em Mercado Primário e Secundário. O que significa?
    O Mercado Primário compreende o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.

    Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações
    passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas
    de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações
    e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas
    aos procedimentos especiais de negociação).

    Operações como a colocação inicial, junto ao público, de
    grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar
    operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM. Apesar da
    semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o
    acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto,
    uma distribuição no Mercado Secundário.

    O que são Bolsas de Valores?

    São locais que oferecem condições e sistemas necessários para a
    realização de negociação de compra e venda de títulos e valores
    mobiliários de forma transparente. Além disso tem atividade de
    auto-regulação que visa preservar elevados padrões éticos de
    negociação, e divulgar as operações executadas com rapidez, amplitude e
    detalhes.
     
    O que são Corretoras de Valores?

    São instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e pela
    Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Somente as corretoras estão
    habilitadas a executar operações de compra e venda de ações ou de
    derivativos na BOVESPA.

    Há várias Corretoras aptas a negociarem em nome de seus clientes na BOVESPA.
    Elas
    podem ajudar você a escolher as melhores opções de investimento, de
    acordo com o seu perfil, já que elas contam com profissionais
    especializados em análise de mercado, de setores da economia e de
    companhias. Por acompanharem o mercado o tempo todo, avaliando os
    principais acontecimentos, as empresas que estão progredindo e os
    fatores que podem gerar mudanças de cenário, as Corretoras prestam um
    serviço essencial aos investidores.

    Corretora de Valores é a instituição que compra e vende ações para você.

     
    Quem são os Investidores?

    São indivíduos ou instituições que aplicam recursos em busca de
    ganhos a médio e longo prazos, que operam nas Bolsas por meio de
    Corretoras e distribuidoras de valores, as quais executam suas ordens e
    recebem corretagens pelo seu serviço.

    Investidores são os clientes das Corretoras.

    Mercados a Vista e de Derivativos

    As operações na Bolsa podem ser efetuadas nos seguintes mercados:

    • a Vista, no qual compradores e vendedores
      estabelecem um preço para um lote de ações a ser entregue e pago no
      prazo determinado, atualmente D+3;

    • a Termo, no qual as partes fixam um preço para a liquidação físico-financeira da ação em prazo futuro determinado;
    • de Opções de compra ou venda, no qual as partes negociam o direito de comprar/vender a ação a preço e prazo futuro determinados; e
    • Futuro, no qual ocorre a compra ou venda de ação a um preço acordado entre as partes para liquidação em data futura específica.

    Como escolher uma Ação

    As ações com o objetivo de obter ganho(s) a médio e longo prazos, em oposição a resultados imediatos, podem ser divididas em:

    • "blue chips" ou de 1ª linha – são ações de
      grande liquidez (grande quantidade de negócios) e procura no mercado de
      ações por parte dos investidores, em geral de empresas tradicionais, de
      grande porte/âmbito nacional e excelente reputação;

    • de 2ª linha – são ações um pouco menos líquidas, de empresas de boa qualidade, em geral de grande e médio portes;
    • de 3ª linha
      – são ações com pouca liquidez, em geral de companhias de médio e
      pequeno portes (porém, não necessariamente de menor qualidade), cuja
      negociação caracteriza-se pela descontinuidade;

    A Dinâmica das Operações em Bolsa

    Execução

    O intermediário financeiro (Corretora) dispõe de profissionais
    especializados, capacitados a dar orientações sobre investimentos,
    receber ordens dos investidores e transmiti-las aos operadores
    qualificados por ele que têm acesso ao sistema de negociação das Bolsas.

    Existe ainda a possibilidade do investidor dar sua ordem de compra ou
    venda de uma ação, via Internet, usando o site de sua Corretora (Home
    Broker). Nesse caso, o investidor estará enviando sua ordem diretamente
    ao sistema da Bolsa.

    Liquidação

    Executada a ordem de compra/venda de uma ação, ocorre a
    liquidação física e financeira, processo pelo qual se dá a
    transferência da propriedade dos títulos e o pagamento/recebimento do
    montante financeiro envolvido, dentro do calendário específico
    estabelecido pela Bolsa para cada mercado.

    No mercado a vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:

    D+0 – dia da operação;
    D+1 – prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa;
    D+2 – entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC;
    D+3 – liquidação física e financeira da operação.

    A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.

    A BOVESPA utiliza a CBLC – Companhia Brasileira de Liquidação e
    Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.

    As Corretoras da BOVESPA e outras instituições financeiras são os
    Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das
    operações que executam para si ou para seus clientes.

  • Entenda o que é transtorno bipolar e como ele afeta o desempenho profissional

    Entenda o que é transtorno bipolar e como ele afeta o desempenho profissional

    29 de agosto de 2008 às 09:16
    InfoMoney

    O transtorno bipolar é um distúrbio bastante comum. "Dizemos que
    corremos o risco de ter o transtorno alguma vez na vida. Entre 8% e 10%
    da população sofrem do problema", explica o psiquiatra do Instituto de
    Psiquiatria do Hospital das Clínicas, Peng Chei Tung, que escreveu o
    livro "Enigma bipolar", lançado pela Editora MG, no final de 2007.

    Segundo ele, o transtorno é marcado pela variação do humor: uma hora a
    pessoa está eufórica, feliz e satisfeita, e, no momento seguinte,
    deprimida. "Mas 90% dos bipolares vivem mais a fase de depressão do que
    a de euforia", garante o psiquiatra. "Na maioria das vezes, o
    transtorno é hereditário. Chama a atenção a variação entre a felicidade
    e a tristeza sem controle, exagerados".

    O bipolar e o trabalho

    Ocorre que, em algumas épocas da vida, o bipolar é muito cheio de
    energia, podendo trabalhar 36 horas seguidas, realizando as tarefas de
    uma semana inteira em apenas um dia e meio. A diretoria fica feliz com
    os resultados e passa mais trabalho para ele, depositando muitas
    esperanças nele. Meses depois, no entanto, o profissional pode
    vivenciar sua fase depressiva e ter dificuldade, inclusive, de ir ao
    trabalho.

    "Ele dorme demais e não consegue acordar na hora, ou dorme pouco e não
    rende. Há bipolares que arranjam várias coisas para fazer à noite e
    acabam indo dormir muito tarde. Como resultado, não conseguem acordar
    na hora e chegam atrasados, mas não alguns minutos atrasados, e sim
    horas. E se conseguem levantar da cama, ficam cansados durante todo o
    dia", diz Tung.

    Quando o bipolar é valorizado nas empresas

    A impulsividade é outra característica marcante do bipolar. Eles falam
    e fazem o que querem, sem pensar muito. Isso pode ser bom e ruim para a
    empresa. Bom, porque são poucos os profissionais ousados, criativos,
    que não têm medo de arriscar. Ruim, porque podem colocar a empresa em
    situações de risco e vulnerabilidade. Além disso, ao ocupar um cargo de
    chefia, a pessoa com transtorno bipolar pode acabar sendo injusta e
    agressiva, embora muitas delas sejam carismáticas e tenham
    características de líder.

    De qualquer maneira, na fase eufórica, o bipolar é muito criativo e
    "trabalha, trabalha, trabalha", nas palavras do psiquiatra do HC. "São
    os executivos que acabam sendo bem-sucedidos no mercado. Porém, apesar
    de o bipolar fazer muito sucesso em sua fase eufórica, pode, de
    repente, se estressar e ficar deprimido. E então ele entra em um ritmo
    lento, fica largado, não consegue ir ao trabalho".

    Há bipolares que passam a vida toda no estado eufórico. Agitados, podem
    acabar subindo nas empresas. Enquanto outros podem passar a vida
    deprimidos. O problema da fase deprimida é que ela implica queda na
    produtividade e na qualidade do trabalho e absenteísmo.

    "O líder que é bipolar, mas que tende à depressão, geralmente é aquele
    chefe de que ninguém gosta. Está sempre irritado e triste, é chato e
    perfeccionista. Ninguém suporta", explica. Ainda existe a pessoa com
    transtorno bipolar que está sempre "flutuando". Às vezes, ela está bem,
    outras vezes, está mal. A produtividade cai, mas ela faz de tudo para
    disfarçar.

    Depressão versus transtorno bipolar
    Deve-se estar atento ao diagnóstico de depressão. Isso porque metade
    das depressões é bipolar. "Transtorno bipolar é muito confundido com
    depressão. A diferença é muito, muito sutil. Infelizmente, os médicos
    estão pouco preparados para fazer o diagnóstico correto".

    Tratamento

    Não existe uma idade certa para o transtorno bipolar vir à tona. Mas,
    muitas vezes, o problema aparece na adolescência. Como se trata de uma
    doença crônica, não existe uma cura permanente. O tratamento é
    realizado à base de remédios e terapia.

    O Ensino do Empreendedorismo nas Empresas

    O Ensino do Empreendedorismo nas Empresas

    Publicado em 26/05/2007 por Luiz de Paiva

    Surgiu hoje na lista de discussão empreendedorBR a seguinte pergunta sobre o ensino do empreendedorismo nas empresas:

    O empreendedorismo aplicado na educação corporativa pode representar um
    risco para a empresa?

    Este risco seria que ao treinar funcionários para o
    empreendedorismo, se o trabalho for bem feito, teríamos um grupo de
    empresários ao final do processo. Desta forma, ensinar empreendedorismo
    na empresa é o mesmo que ensina-los a sair da empresa para abrir seus
    próprios negócios (talvez até concorrentes da empresa).

    Em minha opinião, este risco realmente
    existe, mas somente quando o ensino do empreendedorismo é feito de
    forma isolada. É necessária uma cultura adequada para que os
    funcionários sejam empreendedores dentro de suas atividades
    profissionais.

    Tudo depende muito da forma que o empreendedorismo é encarado e
    apresentado. Foi dito que “o empreendedorismo prega que as pessoas
    devem ser donas dos seus próprios negócios!”.

    No entanto, a pessoa pode ser empreendedora dentro das atividades da
    empresa. O profissional (empregado) pode ficar somente aguardado as
    instruções do chefe e não assumir riscos e responsabilidades, ou tomar
    a iniciativa de buscar a melhoria de suas atividades, processos, etc. O
    empregado empreendedor é o que realmente trará a inovação para a
    empresa.

    Minha sugestão é que, ao ensinar empreendedorismo dentro de uma
    empresa, o texto que citei deve ser “o empreendedorismo prega que as
    pessoas devem ser donas de suas próprias carreiras !”.

    Se a equipe está desmotivada e insatisfeita com a organização, ensina-los a empreender realmente pode ser um tiro no pé.

    Acredito que um pequeno aumento na saída de funcionários é natural
    quando a empresa procura o empreendedorismo interno e inovação. Devem
    ser tomadas medidas de retenção de talentos e de oferecer à equipe as
    ferramentas para que possam se desenvolver. Desta forma o ganho sempre
    será maior que a perda.

    Na prática o que a empresa deve buscar é desenvolver funcionários
    intraempreendedores. Pela definição do Wikipedia: “O intraempreendedor
    é a pessoa que tem foco na inovação e creatividade e que transforma um
    sonho ou idéia em uma iniciativa lucrativa, dentro do ambiente
    organziacional.”

    Um dia com o Monge – Inédito e Imperdível

    Untitled Document


    Um
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    com James Hunter, autor do livroO Monge e
    o Executivo
    , maior
    Best-Seller de negócios de todos os tempos no Brasil, com mais de 2
    milhões de cópias vendidas.
    Um
    dos Maiores Consultores de Liderança do
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    – Qual a
    Diferença entre Poder e Autoridade
    – Como Melhorar a sua
    Capacidade de Liderar
    – Como Construir uma Liderança através

    do Amor, Dedicação e Sacrifício
    – Como se tornar um
    Líder Servidor

    Dia 19 de Setembro – Sexta-Feira
    das 9:30hs às
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