Custo da construção civil registra alta em agosto

Preço médio do metro quadrado subiu para R$ 652,45.

Material de construção é o principal responsável pelo aumento.



Do G1, em São Paulo

O custo da construção civil registrou alta de 1,28% em agosto, de
acordo com o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi),
calculado pelo IBGE. O número representa uma tanta de 0,25 ponto
percentual frente aos 1,03% apurados em julho e também aponta um
aumento forte em relação aos 0,29% exibidos em agosto do ano passado.

 

No acumulado do ano, o Sinapi registra alta de 7,72%, quase o
dobro da observada no mesmo período do ano passado, que foi de 3,88%.

 

Segundo a pesquisa do IBGE, o custo médio do metro quadradro no
Brasil passou dos R$ 644,23 de julho para R$ 652,45 em agosto.

 

Desse total, R$ 375,81 se referem às despesas com materiais e R$
276,64 são referentes a gastos com a mão-de-obra. A participação
dos materiais teve alta de 1,83%. Pelo terceiro mês consecutivo,
ela oscilou acima do preço da mão-de-obra, que teve aumento de 0,53%. 

Peso dos materiais

Em 2008, os materiais acumulam aumento de 8,08%, bem acima dos
dos 2,89% apurados em igual período de 2007. A mão-de-obra
também apresenta aumento mais elevado do que no ano passado,
embora menos pronunciado: 7,23% de janeiro a agosto de 2008,
contra 5,24%de 2007.

 

Ao longo dos últimos 12 meses, o aumento acumulado dos materiais
atingiu 10,55% e também ficou acima da variação dos 12 meses
imediatamente anteriores (8,98%), assim como a mão-de-obra, cuja
alta de 9,24% superou a relativa aos 12 meses anteriores (8,84%).

 

Distribuição regional

O estado de Tocantins foi o que registrou a maior alta no custo
da cionstrução civil (4,99%) em agosto – segundo o INGE, por
causo de “reajustes salariais devido a acordos coletivos de
trabalho”. No acumulado do ano e dos últimos 12 meses, o maior
aumento foi apurado no Acre: 11,55% e 14,07%, respectivamente.

Pressionada por Tocantins, a região Norte foi a
que teve os maiores reajustes no mês (1,63%), embora o número
seja inferior aos 2,10% exibidos em julho. Na seqüência vieram
as regiões. Sul (1,49%), Centro-Oeste, (1,35%), Nordeste (1,21%)
e Sudeste (1,15%). A variação mais elevada no acumulado do ano
ficou na região Sul (9,01%), enquanto a principal elevação ao
longo de 12 meses foi apurada no Norte, com 11,43%.

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